terça-feira, 20 de outubro de 2009

HALLS DA RECOLETA. Buenos Aires ( em 35 mm )





segunda-feira, 5 de outubro de 2009

motorino. Costa Amalfitana.




Munich for Lane Crawford. Hong Kong, 2006.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

janelas de Santarém.PA




Adriana Barra, antes da loja-conceito da Alameda Franca


Clô Orozco, nomes da Moda

TRIUNFO DO ESPAÇO E DAS FORMAS SIMPLES


A fábrica minimalista de Clô Orozco na Barra Funda é a cara da Huis Clos – simples, equilibrada e elegante.
Há 6 anos uma antiga tecelagem da Rua do Bosque, da década de 40, em péssimas condições, foi revitalizada/renovada pelo arquiteto Felipe Crescenti e tornou-se o QG da Huis Clos – atualmente abriga também a Maria Garcia e o showroom das duas grifes.
A grande necessidade era inundar de luz uma fábrica escura e claustrofóbica. “Enxergar todas as cores na Moda é fundamental e a iluminação natural é perfeita para isso”, pontua Clô. Aberturas generosas foram feitas promovendo a relação interior-exterior. Retângulos e quadrados repetem-se, elementos vazados e branco, muito branco espalham-se por escritórios, showroom e linha de produção. “Não consigo me imaginar trabalhando num ambiente colorido”, diz Orozco.
É difícil não se lembrar do mestre modernista Warchavchik quando se está sentando no sofá de couro do escritório-living de Clô Orozco. As janelas retangulares de canto remetem constantemente à Casa Modernista e a Vila Modernista de Gregori na Vila Mariana, entretanto elas são apenas uma tela para os elementos vazados que ficam por trás – o efeito é a transparência, conceito bastante explorado no design de Moda.
Diretamente na parede do escritório, Clô construiu um grande mural de fotos com vários momentos desses 30 anos da Huis Clos e de sua vida pessoal, anos que se confundem com a própria trajetória da moda brasileira. Clô diz estar vivendo nova fase, “a cada dia tenho mais afeto pelo lado comercial do meu negócio e tenho deixado o estilo nas mãos das meninas”. Clô participa do time dos que amam o que fazem e sua participação na empresa vai muito além do foco comercial por ela mencionado. Nas 03 horas que estive por lá, vi Clô circulando por todas as alas da fábrica e bastante ativa nas conversas dos escritórios de estilo.
Outro destaque são as belíssimas portas de correr com espelhos e vidros jateados que dividem todos os ambientes da ala de escritórios, inclusive o escritório de Clô onde tive o plácido prazer de assistir ao pôr-do-Sol refletido nessa porta.
Perguntei como era o dia-a-dia de Clô Orozco na Barra Funda? Ela respondeu: “Sem rotina, sem manias e sem fru-frus”. Volume, forma, cartela de cores clássica, é… todos os princípios da Huis Clos estão presentes na fábrica da Barra Funda, como disse a própria Clô: “podem me chamar de minimalista”. Eu diria: “nada mais chic do que ter espaço e tempo”.



sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Acessórios da Primavera



Editorial de consumo para Revista Joyce Pascowitch, SET 2009 (nas bancas).

Berlim Babilônia


quinta-feira, 2 de julho de 2009

Las Cañitas - Belgrano. Buenos Aires


Na contra-mão dos passageiros brasileiros quem vêm cancelando suas viagens a Buenos Aires, me encontro na capital argentina desde 22 de Junho. Visitar Buenos Aires nesse inverno da gripe suína continua caliente, divertido e super vantajoso – R$ 1,00 = P$ 1,86, apesar da inquestionável inflação porteña. Não se vê máscaras em nenhum lugar. Ruas, metrô, tudo seguindo sua normalidade. O espaço público, mesmo no frio, continua densamente ocupado pelos hermanos. Exceto no aeroporto, onde vi alguns brasileiros usando máscaras. Será que resolveram comprar a nossa histeria midiática? Precaução? Ainda não entendi a quem serve esse histrionismo. Ao Senado? Ao Sarney? Nas ruas, conversei com vários porteños e é unânime o entendimento de que a gripe suína é mais uma variação do vírus influenza e só morre quem está com o sistema imunológico muito debilitado. Bom...
Nessa temporado tenho explorado Las Cañitas e Belgrano, onde não se vê brasileiros, apenas os porteños, tranqüilos, gentis.
Ando a cada dia mais interessado numa alimentação saudável – evito carne, aves e frituras, e numa nação essencialmente carnívora, o maior consumo per capita de carne do mundo – o argentino consome 70 kg/ano, aventurei-me na busca de restaurantes orgânicos. Tive a grata surpresa de encontrar o Natural Deli, na Gorostiaga 1776, Las Cañitas. O sandwich de cogumelos e pinoli argentino é um must, o suco verde também. Lá vc encontra uma imensidade de itens e delícias. Visitei também o Natural Deli da Laprida, Recoleta, que só vale a pena se vc for visitar a casa/museu do artista Xul Solar. Sempre vi Xul Solar como representante dos artistas surrealistas do séc. passado, nunca me detive no seu notável estilo místico-esotérico, as aquarelas dos zodíacos são maravilhosas. Fiquei com ódio da lojinha do museu não estar mais vendendo o tarô do Xul. Quero!
Outra delícia foi jantar no restaurante Pura Tierra, especializado em comida argentina contemporânea – rua 3 de Febrero, 1167. Pedi o trio do mar, onde experimentei pela primeira vez, Navarra, uma espécie de mexilhão de águas frias, tudo! A carta de vinhos é sensacional e o custo-benefício chic, as melhores bodegas argentinas: Fin del mundo, Catena, Rutini...
Pros carnívoros, fica a dica do Novecento, Baez, 199, Las Cañitas. Esse restaurante salvou meu jantar de Natal em Nova Iorque, não tinha reserva e sai sem traje de gala. Essa coisa de traje de gala é taum do outro século, cafona. As carnes são ótimas, o staff é gentil e tem também um salmão grelhado delicioso.
Novecento, no coração das Cañitas.
Pros mais animados, um dos motéis de rua da região de Cañitas.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Quasi movie

video

Sophia Lamar no Arouche



sexta-feira, 17 de abril de 2009

Burt Bacharach in São Paulo

Você pode ver o ensaio completo no UOL.estilo.






sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Baile de Máscaras




quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Jabô ou pelerine?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Made in China